segunda-feira, 20 de abril de 2009

Diferentes culturas,diferentes mulheres...

Hoje , lendo uma matéria na Marrie Claire durante meu tempo ocioso na empresa, percebi como a cabeça das mulheres hoje em dia é completamente diferente uma da outra,variando principalmente de acordo com o país em que vivem (não necessariamente em que nasceram).

Confesso que todas me surpreenderam com o modo de pensar, agir e principalmente pela maturidade,sinceridade e facilidade com que responderam às perguntas.

Compararam garotas que acabaram de entrar na maioridade (18 anos, no caso e não 21), o que para muitas não foi um grande acontecimento. Já para outras foi um marco, pois podem votar, beber bebidas alcoólicas,assinar documentos e até ser presas.

No Japão, a entrevistada surpreendeu, sendo uma das únicas a assumir publicamente que não é mais virgem (coisas que em países como Brasil e alguns da Europa, já é mais do que comum). Já na Inglaterra, o que me chamou a atenção foi a racionalidade da garota,ela simplesmente não se envolve mesmo que goste do cara, justamente porque tem ideais na vida que no momento, não englobam um relacionamento e prefere não perder tempo nem emoções (como ela mesma disse).Fora isso,mostrou ser tranquila com relação à quebrar regras (beber antes da maioridade e fazer sexo sem ter qualquer envolvimento emocional).

Na Itália, a garota falou uma coisa que não irei esquecer: "A vida é uma viagem.Viajar é viver duas vezes." Detalhe,ela conhece em torno de 10 países..rsss..A vida cultural dela é enorme e não só dela, todas elas viajaram muito.Além disso, a maioria tem sua independência e já com 18 anos sabe o que irá fazer o resto da vida.Não pensam em constituir família tão cedo e sim, em se estabelecer primeiro através de sucesso profissional e realizações de sonhos.
Outro fato interessante, elas todas estudam,estão começando a faculdade e o fato de atingir a maioridade , na maioria dos casos, não quer dizer extravagância e sim, responsabilidade.

Por que será que aqui no Brasil, a maioria pensa de forma contrária?

Me deixou surpresa como a entrevistada filipina (que nunca saiu do país dela, pelo simples fato de amá-lo e não ver necessidade disso) é auto-confiante. Ela é modelo, parece que foi desenhada e falou com tanta naturalidade ,quando foi questionada sobre seus planos futuros, sobre o resort que ela irá construir para a família e administrar assim que tiver ascensão profissional ,que pensei: "Nossa, todo mundo precisa ter essa auto-confiança,pois isso passa para outras pessoas e você acreditando em si, todos acreditarão e vice-versa."

A argentina, por exemplo, quer constituir família e se formar em turismo (poor baby!)...rss.. Assumiu ser virgem, o que a maioria não fez.
A chinesa sonha em ir à Buenos Aires e assumiu não ser mais virgem, mora em república de garotas na Universidade e passa a impressão de ser extremamente madura e centrada no que quer.

A africana assumiu também ser virgem e estar tranquila com relação à isso, principalmente porque acha que é um passo muito importante e só irá concretizá-lo com alguém que confie e quando estiver pronta para tal.Achei interessante.
A suíça se mostrou bem independente, muito mulher e não mais menina,apesar de assumir besteirinhas que fez e tal.Assumiu não ser mais virgem e beber antes dos 18 tranquilamente. Foi sincera ao extremo e decidida.

A brasileira se mostrou mais séria e tranquila,não conhece outros países e nunca havia namorado. Agora que está,não é mais virgem e fala bem sobre isso.Tem planos de se formar e constituir família.

Enfim,adorei a matéria e a revista arrasou nas fotos, nas perguntas e enfim, vou passar a ler mais MC.

Todas tem algo em comum: Maturidade, objetividade, cabeça feita e AMAM moda e acima de tudo, são muito MULHERES para assumir tudo isso para milhares de leitores.

Agora,será que toda mulher consegue ser 100% mulher e assumir os defeitos e qualidades em um veículo de comunicação deste?

Muitas não assumem nem para si... :( Triste.Mas real...Pensem nisso. ;~)

Boa noite!

Um comentário: